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Quando escrevo, exprimo de tal modo aquilo que vai dentro de mim. Sinto em mim uma certa liberdade…
quarta-feira, 27 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
MINHAS ORQUÍDEAS
As cuido,
delas; falo com elas
Seus botões
são lindos
Abrem, rebentam,
Se tornam
varias cores, abrem em flor!!!
São as
flores do meu amor
A vida é
isso mesmo assim,
Á sempre flores no meu jardim
As minhas
orquídeas também me amam
, São fortes
o suficiente para sentirem
Meus
desabafos da minha vida.
Mas eu
entendo as minhas flores;
Eu canto e
falo com elas
Elas me
escutam com amor
Meu jardim
pequeno mas mesmo belo,
Numa seca o
meu jardim...
Minhas
orquídeas vão e outras vêm
Meu jardim
tem sempre flores
Porque elas
me adoram
Limonete em
flor,
As abelhas
beijam as minhas flores,
O cheiro de
limão que enchem o meu coração.
Quem me
quiser há-se saber
Sou uma
mulher, sou como as flores
Que gosto de
ser tratada
Como eu
trato minhas flores.
.Poesia de
Juvelina e Carlos Pombo
sábado, 23 de abril de 2011
SOU MUITO MENOR.
Não, eu não sou maior do que este mundo.
Sou muito
menor.
Mas ele não
sabe as minhas dores.
Por isso
gosto tanto de me contar.
Por isso eu
raciocino,
Por isso eu
escuto e olho,
Por isso
frequento o cérebro da humanidade
Alguns
livros e os jornais e televisão que são cruéis:
e que fazem
lavagem ao cérebro do povo
Preciso de
todos para me informar.
Só assim é
que é possível de criticar
Sim, meu
coração não cabe neste mundo
é muito mais
pequeno.
Só agora
vejo que nele não cabe a ganância e avarencia dos homens.
Os homens
estão cá fora, estão na rua.
A rua da
ganância e avarência é enorme.
Maior, muito
maior do que eu esperava.
Mas também
esta rua não cabe todos os homens.
A rua é
muito menor que o mundo.
O mundo é
grande.
Tu sabes
como é grande e tudo munda.
As épocas
muda de geração a geração.
Sabes que os
homens têm tudo conforto e consumo.
São
inférteis sem saúde e infelizes.
Viste as
diferentes cores dos homens,
As
diferentes dores dos homens,
Sabes como é
difícil ver:
Os homens
sofrer tudo isso, amontoar tudo isso.
Muitas vezes
Fecho os olhos e desligo-me do mundo.
Escuta a
água e vejo a poluição nos rios e do ar
Ouço as
arvores
Ouço seus
gritos de socorro.
Eu não estou
calmo, anuncio tudo ao pequeno mundo de Deus.
A maldade é
o maior mundo.
Entretanto
eles vão inundando tudo...
As cidades
estão submersas?
Os homens
submersos – os homens do bem voltarão?
Meu coração
sabe.
Que os
homens gananciosos e avarentos São:
Estúpido,
ridículo e frágeis.
Tudo é deles
e nada é deles.
Só agora
descubro
Como é
triste ignorar certas coisas.
Na solidão
das florestas eu indivíduo
Desaprendi a
linguagem
com que
estes homens se comunicam.
Outrora
escutei os anjos,
Outros como
tu! os poemas, as confissões.
Em verdade
sou pobre no mundo deles.
Mas rico
espiritualmente,
porque
conheço a minha própria alma
é saber
dominar-me a mim próprio,
é repelir a
loucura dos homens.
Outrora
viajei
Países
imaginários, fáceis de habitar,
Ilhas sem
problemas, mas vi muita miséria.
Eu era como
um Anjos para eles
Meus amigos
foram a países e ficaram por lá.
Países e
Ilhas perdem o homem.
Entretanto
alguns se salvaram e
Trouxeram
novidades
De que o
mundo, o grande mundo está cada vez mais pequeno todos os dias,
Em poucas
horas estás no outro lado do mundo.
Entre o fogo
e o amor.
Então, meu
coração também pode crescer.
Entre o amor
e a crueldade,
Entre a vida
e o fogo
Meu coração
cresce e explode.
- Ó vida
futura! Nós te criaremos.
Autor: Manuel Dias Pombo
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