sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O MEU DESTINO
O meu destino era obedecer um só comando: Sobreviver!
Quando a minha mãe andava grávida de mim, Eu, era um Feto. Apercebia-me pelas reações e conversas entre a minha mãe e doutras pessoas que não estava planeado. Ouvia vozes que vinham do exterior, era um som abafado, o que me chegava; - As vozes boas sossegavam o meu espírito, as más alteravam e adrenalina de minha mãe, aumentando a ansiedade do meu ser, e minha respiração excitava-se. Quando sentia a dor ou o desconforto de minha mãe reagia esperneava, agitava todos os meus membros, por todos os lados, porque o meu desenvolvimento e a minha vida dentro do ventre de minha mãe estava em perigo!
O ambiente e a vida de trabalho que minha mãe levava, o cansaço, e o lar, a pressão da sociedade são formas que levam a mortalidade infantil. Eu tinha porém um fator em mim; tempo, espaço, energia e vida, o meu ser obedecia a um só comando: Sobreviver. Queria ultrapassar a meta de Feto. Queria nascer, libertar-me para a luz do mundo. Esforçava-me vivamente nesses momentos na minha atividade dentro útero, descobrir sem descanso os resultados interessantes para poder enfrentar o mundo físico. Era um Feto com numerosos reflexos, cada semana transformava-me rapidamente os meus movimentos, eu queria-me manifestar-me: aqui estou eu.
O meu nascimento assinala a passagem de vida, do ventre de minha mãe, para a minha existência autónoma e, por este motivo o início da minha respiração automática fora de água, além disso, a passagem de um meio líquido, para, o meio gasoso. No meio líquido era leve, de um momento para um outro sentia-me brutalmente pesado, que mal podia mexer-me e me vai criar estados de incómodos.
Desenvolvi uma dinâmica de sobrevivência. O meu organismo transformou-se numa força repulsiva contra a um zigoto eu sou uma nova criança. Em mim existe uma nova vida de sobrevivência, no meu corpo de criança existe uma informação genética, - isto é -, uma nova forma de vida. Desde o ventre de minha mãe, enquanto feto, fui sempre uma criança auto determinada, sou sensível e racional. Esta é a forma de vida que funciona em mim como potencial, de sobrevivência.
mdp

Copyright 2010 by Carlos J. Pombo que reserva todos os direitos de autor. Modelo Simples.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Noies dum poeta



Noites dum poeta
Quando escrevo um poema,
Escrevo de dia ou de noite,
Onde se banha a ternura ...
E os aís do nosso amor.
Tão magico, e belo
Escolhemos nosso jardim.
Os beijinhos que levanta
Uma brisa perfumada
Das flores do nosso jardim
por plantadas ti.
Escrevo por vezes no sossego da noite
Escrevo poemas, do nosso amor
Por vezes o vento entra pela janela
O vento desfez a noite
Enquanto de noite o poeta imagina
As cores vermelhas do amor
São coisas que o poeta imagina…
Quando o meu corpo, reagem ao silêncio
Suspiros palavras de amor?
Só a minha consciência é que sabe.
O quanto eu amo o meu Amor.
Rastros de ternura pelo meu espirito
Tenho o meu amor nos meus braços,
Ela dorme no nosso quarto
Só sou eu único homem e poeta que a vê.
Eu toco-a com a telepatia
transmito o conteúdo dos meus pensamentos.
Chego com meu carinho
Seu sorriso fino e suaves,
Seu corpo é todo meu.
Amor teus beijos quentes
Vens depô-los nos meus lábios
Como as crianças gostam de bolos
Nossas mentes cheias de delírios
Tentação que nos provoca por vezes
A reprodução desse amor
MDP