quarta-feira, 26 de julho de 2017

Poema

Meus 16 anos de idade

Oh meu amor minha querida noite
Eu tenho ansiado pelo o teu silencio
Oh vida, oh tempo és longo
eu sou um jovem solitário
Quero ser depressa adulto
o tempo passa tão lentamente
oh vida, oh tempo, podem fazer algo por mim
Oh noite tu ainda és minha
Preciso tanto do teu amor…
Que o tempo e a vida e o teu silencio
Mande depressa, amor para mim
Será que existe amor, creio que não
Eu nunca tive amor
Eu sinto que estou distante,
Não me quero afogar
Num mar de lágrimas
Oh noite, oh tempo, oh vida,
A vida é um castelo de vidro...
Manda para mim, amor de verdade
Mostra-me que me queres amar
Eu ainda preciso de ti
A vida e o tempo fizeram de mim o que sou
O puto imaginário.

sábado, 28 de janeiro de 2017

SER POETA




Deixa mostrar o que é ser poeta
É navegar no mar revoltoso
Navegar no mar de almas
Lutado entre as ondas e o vento
Sem errar e crer para não engolir
Na isolação e no silencio
sem grito de agonia, para não morrer
resistindo há fúria desse terrível mar…
Na madrugada, alcancei terra
Só vi areia e solidão
Na areia escrevi, em cada linha escrita,
um pedaço do meu coração.
MD

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domingo, 15 de janeiro de 2017

O CIUME


Eu te amo
Não te vás embora!
Não posso suportar
A nossa separação
Eu te amo!
Minha vida
será amargurada
tua ausência
partira o meu coração
Porque sei
que eu ainda te amo
Não te vás embora!
Porquê meu amor tanto ciúme!
Desta nossa desventura
Não te vás embora!
Porque eu te amo
Não me abandones por favor
Pois sem a tua presencia
eu vou endoidecer
Porquê tanto ciúme, porquê!
O ciúme dá cabo do amor.
Sei que existem muitas mulheres
Só a ti é que eu amo
Dá-me a mão com muito amor
Vamos começar
Um amor mais puro...
O ciúme não é uma prisão eterna,
tudo têm uma saída
Eu te amo
Letra > Carlos Marques de Pomba
Copyright "©"


sábado, 16 de abril de 2016

A VIDA FOI A MINHA ESCOLA



 A vida, nem sempre é fácil de viver
Já no ventre de minha mãe
Levei um murro no estomago;
passando  pela minha adolescência,
A guerra colonial…
Sou um cruzamento, céltico romano
Aprendi a viver, sofrer até á exaustão
Para não morrer.

A minha vinda ao mundo, adolescência.
A guerra colonial e a emigração,
Passando pela, a universidade Berlim...
foi para mim a grande lição de vida.
Aprendi a viver, e fazer cada dia um dia,
o meu paraíso.

Eu sou eu, sou para mim mesmo especial.
Sou diferente, mas também digo!
Não é fácil viver com alguém
que não nos compreende.
Porque veem doutra, família
Com uma outra experiencia
e, num outro patamar..

Luto para que eu seja feliz
Com, a pessoa que depois da guerra
Sofreu muito comigo.
A vida é uma escola!
A universidade de Berlim
Foi a minha escola!
Vivo a vida sem olhar para trás.
Porque não me quero esbarrar
com o passado, que ficou para atrás.

Entro todos os dias,
Para o meu interior
Ao encontro do meu único deus
Ele diz-me que no mundo
há muitas oportunidades…
O que é preciso é acordar…
E fazer das más
uma ocasião para evolucionar
no mundo que está há nossa volta e para além…


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

ILHA DOS AMOR

Entre a neblina
Dos mares do norte
Entre as neblinas...está uma
Uma barca perdida
Entre o horizonte
E a Ilha adorável
Lá na ilha estava feliz
O lar das monjas  
É o meu refúgio sonhador
A inspiração como poeta
A origem dos amores
Vejo nas letras as minhas Donzelas
Que entre frases lá moram
Desfrutam meu doce amor
E bebem da tinta sagrada
Suspiram aguardando o meu amor
Sou alegria das letras
Todos dançam ao redor das minhas palavras
Com belas cantorias
Eu vejo a Virgem
Que vem sempre na primavera
Com a sua pureza e beleza
Que faz de mim o homem da sua terra.
Na minha escrita, meus poemas
E no meu livro nascem
As minhas belas palavras
O anoitecer vejo o meu amor
Eu escuto o seu cantar
Canções de amor
Cantando com as aves noturnas
As mais doces melodias
É harmonia em todo lado
Minhas palavras um dia será
Os livros dos sonhos
A Ilha inviolável do amor
Carlos J. Pombo
Todos os poemas e textos aqui expostos.
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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

IPANEMA



Olha que coisa mais linda,
Estrela que brilham no universo
Cheia de resplendor
É ela garota, que vem e que passa...
Deixa o seu rasto pelo universo
Num doce balanço, a caminho do mar
Moça do corpo que arde,
Como o sol de Ipanema
Balançado mais que um poema
É a coisa mais linda que eu já vi
Passar por mim, não me sinto triste,
Ah, a beleza que existe
A beleza que não é só minha
Que também passa sozinha
Por esse grande universo
Ah, se ela soubesse que quando ela passa
Os astros olham gananciosos
O mundo inteirinho se enche de graça
E fica mais lindo por causa do amor
Manuel Dias
Todos os poemas e textos aqui expostos.
Com direitos de autor

O CENTRO CULTURAL






O Centro Cultural é belo
Eu adorei o teu nome
Deu mais à vida à minha alma...
Queria eu ganhar e não perder
Sei que trabalhar
Para a sociedade é belo
Meu suor correu
Águas doces e límpidas,
Onde correu o meu suor
Pela verdura viçosa
Dos teus jardins, Berlim
Canais e rios
Que me fizeram nascer e crescer
Vi-me moço
Ao longe eu resplandecia
Como uma estrela
Hoje sei que tens gente
Artificial por dentro
Dentro dos seus corações só existe crueldade
E alma impetuosa
Só querem traições
Coisas da velha guarda
Só pensam no bem-estar próprio
E em fortunas
Que adoecem e a adormecem
Querem demolir
As minhas aspirações
Não quero ficar ao redor deles
Travam a minha cultivação
Eu não estou ao vosso lado
Sou somente um poeta
Cresci e pertenço ao breu desta cidade
Foi ela a minha universidade
Gosto de pureza
Não gosto de lavagens ao cérebro
Eu não sou a vossa ovelhinha
Que pasta no vosso ambiente
Imposta pela opressão
Alimentada e manipulada
Que se diz maoista e socialista
Sou independente.

Manuel Dias
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