segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A felicidade é como as pétalas das flores



A felicidade é como as pétalas das flores

"A felicidade são os momentos felizes."
A felicidade mora dentro de nós
E não existe no exterior
E poderíamos acrescentar que só há momentos
Felizes até ela durar e quando as pessoas são capazes de vivê-la...
A felicidade é como as pétalas das flores
Quando brotam são lindas
E quando desbotam, é um vazio

As pessoas felizes sabem viver
Com os outros com o amor,
Com os seus desejos realizados
Os desejos que as pessoas têm no seu coração
Para transformá-los na flor do amor.
Produz um ambiente feliz
Se o homem souber viver a sua vida feliz.
Então a sua vida é real.
A felicidade não é um direito,
Mas sim liberdade e sentimentos
Porque se não formos felizes,
Teremos que viver a vida cheia de amarguras
E contagiamos os outros,
Por onde se passa.
A fisionomia mal-humorada
E muitas vezes, tende-la dentro de nós,
é arrancada, desfiguramento em um clima de superficialidade.

A felicidade está dentro de nós.
Trata-se de algum, doce e belo.
É algo que flui, como um rio,
Que não está correndo dentro de nós,
Que não nos apercebemos.
É a partir do lar; é, beijar, sorrir, o carinho e o calor,
Como o perfumo das flores.
A felicidade nem sempre é estável, fixa, persistente.
Pelo contrário, ela se parece com um tremer, das estrelas
Que dura minutos, Horas, dias meses ou até curtos anos
Depende da influência das pessoas…
A felicidade é daquele que sabe cuidar do seu próprio jardim;
Por vezes ela, provavelmente está
Bem escondida nas margens do rio
No meio das ervas que a sufocam
O homem é aquilo que pensa…
O Inimicíssimo, egoísmo e a ganância é que destrói a felicidade
O eremita

quarta-feira, 20 de novembro de 2013


O cineasta, sou eu

Quando imagino
Um poema ou uma história
Meu ser viaja
Pelo universo literário
Espiritual ou metafísica
Nesse momento
Sou invisível
Não existo quando escrevo
Sei que não existo
Porque estou nas profundezas
Da minha alma
Só vejo palavras e frases
Não sei o que eu sou
Vejo o filme em mente
O cineasta, sou eu
MDP

domingo, 17 de novembro de 2013

Naquelas terras de além-mar!



Minha Deus! Rainha dos rios e florestas
Que em toda a parte protegeste-me
Nas horas triste mais angustiosa da minha vida
Teu verde manto que se estende
Pelas Planizes e montanhas,
Rios e florestas.

Nunca me esqueço
Naqueles tempos dolorosos
Que me protegestes
E que me adormecestes no teu colo
Sentia me calmo e feliz
Bem e doce esse tempo de outrora

Naquelas terras de além-mar!
Protegestes a minha vida
Mas tu me envolvias de alegria
Quando falava pela noite fora
Falavas-me sobre a Fé e disciplina
E tu cantavas, cantavas para fortaleceres-me

Para além vi chegar o meu dia
O meu dia de partir de regresso
Há terra que me viu nascer,
Á minha linda terra.
Eu cantei, eu dancei, eu chorei
Eu via na minha tela caravelas a navegar





sábado, 16 de novembro de 2013

Vocês são o reflexo de mil sóis.



Há, quero tanto escrever

Quero-te para além da minha alma:
Os movimentos da minha mão
Minha mente Imagina e circunda
 Circundado a minha caneta com calma
Para espirar em mim, meus poemas.

Há quem me queira tanto,
Para além do nosso universo
Eu também quero que me leiam…
Para cessarem os impulsos dos meus desejos.




Desejo para além da minha escrita
Desejo vos abraçar com um sorriso
Aqueles que tapam o sol
Mas eu desejo colher
Sabor do nosso sol.

Preciso das palavras que compõem as frases
 Para além das minhas aspirações, e do coração
Do despertar dos meus olhos com alegria
Preciso de sentir que as pessoas gostam de mim 

Amo aquilo que faço e para além do agora
Amo hoje, e o futuro também.
Há quem me queira tanto
Vocês são o reflexo de mil sóis.
MDP

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Caminhando à beira do mar


Caminhando à beira do mar
Meu passeio do dia adia
Ouvi a deusa do mar
a cantar, cantos de alegria
O canto que me dizia
Que vou passar noites frias
Tens tanto para andar
Tua vida é fria
Desde então estive a esculpir
O percurso da minha vida
Senti no meu peito Alegria
Ouço alguém a gritar
Aproveita o belo dia
Sentei-me a descansar
Á manha vais para o ultramar
Pensa no á manha
Á manha vai para o ultramar
Entre o céu e o mar
Entre a vida e a morte
O meu peito está a bater
Sinto o meu peito a tremer
A Deusa com sua suave voz
Dizia, vai em frente mas sem temer.
MDP

terça-feira, 5 de novembro de 2013

É possíve ser magoado

Esta história foi real!

À noite no aquartelamento em Angola tive uma visão: O filme corria e eu via mulheres gravidas desventradas vida que não chegou a nascer. Meus olhos estavam abertos análoga-dos na escuridão da noite e, de repente, nessa escuridão, senti uma tristeza tão forte foi como um relâmpago forte que estoirou meu coração.

Fetos que não chegaram a nascer, senti uma crueldade meus olhos choram de compaixão; não chego a compreender como os homens são capazes de fazerem actos selvagens… Mercenários estrangeiros vindos do outro lado da fronteira.
Meu olhar, não se esquece, que eu estava ali naquele lugar inquirir as perguntas e respostas e a responder, sem aquecer meu coração, o filme corre e passa na sala interior do meu ser. Foi como um soco nos olhos que se fechavam em pranto e de dor e eu sem poder fazer nada.
Mães nascem. Enquanto houver alguém que precise delas, mas não agora nesta amargura que cobre toda a face da terra.
Mães nascem sem sonharem o que vem lá para o seu futuro, numa maneira geral. Uma amargura que cobre toda a face da terra.
Mulher que sentiam dentro delas, existia um rebento, do seu grande amor e no dia final tudo acabou, mães e filhos assassinados…
Quem faz os conflitos só mesmo os homens gananciosos, donos do petróleo e dos diamantes, de forma desequilibrada. Hoje tive vontade de vingar-me as curvas da alma e o Deus dentro de mim mandandou-me olhar para um espelho, e se eu tivesse poder para vingar estas mulheres certamente eu não seria melhor do que eles.
Muitas vezes pergunto a mim mesmo sussurrando porquê mãe que me trouxesses a este mundo, porque me trouxeste, porquê? Pois eu não queria ter nascido, neste mundo cruel.
Os homens de grande poder motivam e enchem os ouvidos dos seus soldadinhos de chumbo slows nacionalistas propagado ódio, vejo neles animais irracionais.  

Assim, o poderoso instinto de feras ferozes triunfa sobre o raciocínio primitivo destes homens seus escravos. Não sei o que podemos fazer para modificar uma situação que escorre de dentro de muitos seres humanos arrasados pela Ganancia de poder e quererem manipular e controlar o seu semelhante, vaidade e poder. Mas, hoje, eu senti na pele, através deste filme que corre no interior do ser que foi realmente deixando alguma história importante horrorosa para a humanidade.

Todavia, algo sucede, nossas mães deixa de sentir a presença de seus filho. Porque eles partiram para defender o património dos outros. Suas palavras cordialmente desesperadas, fundem-na num pesadelo: Lágrimas se derramam?!
Mesmo lá no fundo do seu a mago parece-lhe escutar a voz do seu filho: Porquê que tenho que ir mãe para longe de ti? Qual é a finalidade? No meu universo perdido, que todos chamas “Guerra”, no mosso mundo a finalidade é tão só morrer: a vida não é uma condenação à morte. Os poderosos é que nos condenam. E eu não vejo porquê que tenho que ir para o outro lado do mar muitos não vão regressar aos seus lares?
Meu filho tu, estás morto e talvez morra eu também. Mas não importa, filho, porque a vida nunca morre?
Amanhã, penetramos na floresta e teremos dificuldades, escorregaremos nas pedras lodosas dos rios africanos, estaremos cansados de vasculhar o ambiente. Por vezes passamos por sítios que parecem um paraíso e dá-me a vontade de pintar o panorama ou que tente reproduzir tudo que vejo nesse momento no papel, nessa vida, nesse contínuo lutando por mim e pelos os meus companheiros em códigos, funções da metalinguagem que sangra a mão dum poeta que tenta segurar o momento na sua mente um poema surrealista dentro da minha alma.
 Lembro-me da força do nosso espírito: É o combate que engrandece os maiores,
O combate como extremo alvo, por caminhos perigosos, por isso, só me podes ofertar dor, ó dor, tiraste-me o lugar da felicidade e do prazer, junto dos, nossos pais e irmãos essa nossa verdadeira grandeza. Ó dor vem lutar comigo, Vem lutar connosco, na vida ou morte, mergulha connosco no abismo, Mergulha connosco no mais profundo da vida, tiraste-nos os nossos sonhos a felicidade e a alegria. Mandaste-nos  para longe o que nós merecíamos os nossos amores
Nunca triunfarás verdadeiramente sobre nós, mesmo que me ofereça teu corpo nu.

 Luto com os meus companheiros até ao derradeiro alvo, por caminhos que nos oferta, ó dor,
Tiraste-nos o lugar da felicidade e do prazer, a verdadeira grandeza, Vem lutar comigo, nesta terra num corpo a corpo, Vem lutar comigo, na vida e na morte
Mergulha comigo no fundo do abismo, mergulha no mais profundo abismo da vida comigo, e fica lá porque vamos vencer e vamos recuperar os nossos sonhos e o amor que tu, roubastes; Levamos para longe o que merecemos um infindo esforço amor e felicidade. Triunfaremos verdadeiramente sobre a dor e a morte mesmo que nos ofereçam vossos corpos nus.
Talvez aqui vamos  envelhecer rápido demais. Mas lutaremos para que cada dia tenha valido a pena. Sabemos que neste denso mato sofreremos  inúmeras desilusões no decorrer desta vida de soldado. Mas faremos que ela percam a importância diante dos gestos de amor que encontraremos por esses caminhos.
Mesmo que não tenhamos forças para realizar todos os nossos ideais. Mas jamais iremos, nos considerar derrotados. Mesmo que soframos uma terrível queda. Somos tropas de intervenção mas não ficáramos por muito tempo olhando para o chão! O sol vai brilhar um dia para nós.
Mesmo que nos deprima por não ser capazes de saber a letra daquela música da Felicidade.
Mas ficaremos mesmo muito felizes com as outras capacidades que possuímos.
Vamos nos alegrar com as pequenas conquistas; e a vontade de abandonar todas as nossas más companhias. Mas ao invés de fugir, iramos, correr atrás daquilo que nos pertence. Talvez não somos, exactamente, quem gostaria de sermos. Mas passaremos a admirar o que somos.
Ainda não chegou o fim! Porque no final não haverá nenhum ""FRAQUEZA" e sim a certeza de que a nossa vida valeu pena e fizemos o melhor que podíamos
MDP

domingo, 3 de novembro de 2013

O mundo não é quadrado



Somos fisionomias rigorosas,
Não temos caminhos certos,
Nem afecto certo
A simpatia, esse sentimento
Que oscila entre os astros;
Trémula de amor;
O desejo e aspiração.

Sermos regados
pelas águas do rio
Para que rebentem
Lindas flores de amor
Flores perfumadas 
O mundo não é quadrado
Sem cantos.
O mundo é uma bola
Tudo gira á tua volta

Mas cada um  
Está no seu próprio mundo,
Tens que viver de acordo com a realidade
Fora desse teu quadrante.
Abandona esses cantos do teu quarto
Há campos, vilas, cidades, há comunidades,
Há gente para amar
Para te libertares.
 .MDP