domingo, 11 de janeiro de 2015


    Noites dum poeta
    Quando escrevo um poema,
    Escrevo de dia ou à noite,
    Onde se banha a ternura ...
    E os aís do amor.
    Foi algo mágico
    Que faz tira os pés do chão
    Escolhem os lugares de ontem,
    E os jardins levantaram uma brisa perfumada
    Das flores dos passos públicos.
    Escrevo por vezes à meia-noite
    Escrevo o poema,
    Onde o vento desfez a noite,
    Um casal assustados grita de amor
    Antes da imensidão do desejo.
    Enquanto de noite o poeta imagina
    As cores vermelha das cereja,
    Da sua Deusa do amor
    São coisas da mente
    Os corpos reagem ao silêncio
    Ambas as entidades desejam,
    O encontro sobre o leito,
    Suspiros palavras verdadeiras ou falsas?
    Só a consciência é que sabe.
    Foi algo mágico
    Noite De Amor...
    Que tira os pés do chão
    E agora como poeta,
    Perdi completamente a razão
    Rastros de ternura pelo meu espirito
    Tenho alguém nos meus braços,
    Não palpável e nem se vê
    Só sou eu único homem e poeta que a vê.
    Chegastes com teus toques
    seus dedos finos e suaves
    seu manto azul suave
    Teu corpo é todo meu
    Teus beijos quentes
    Vens depô-los na minha boca
    Com fantasias envolventes
    Nossas mentes cheia de delírios
    Tentação que nos provoca por vezes
    A reprodução desse amor
    Autor: mdp

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