quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Uma opera para minha esposa



Juwi!
Dorme meu amor, dorme
Dorme meu amor, dorme
Descansa a tua mente
Estás a abalada
A bandeira estava ao avesso  
Ouvistes o silêncio, do nosso povo
Também Vi e ouvi o ringir dos dente.
 Sossega meu amor ― a porta está trancada;
Os fantasmas estão no castelo assombrado
Tens medo.
 Fecha os olhos meu amor
Os vampiros ainda saem há meia-noite
Pelas janelas do castelo
Voam por ai a sugar o sangue do povo
A morte está deitada sob o lençol deles
E pode leva-los como a aguia a sua presa 
 O poema que te estou contar até ao teu adormecer
Há ‘uma linha que separa
Os que brincam com o nosso sangue
Derramado nas cores da nossa bandeira.
Os que lutam  pela bandeira
E defendem o nosso povo
Dorme meu amor, dorme
Há manha quando a acordares,
Vais ver a um, novo dia.



En portugués es>  Dorme  meu amor duerme, 
La traducción al español es un error!
Traducción correcta> No es mi bebé, pero> Mi Amore.
 MDP

SOU EU PORTUGUÉS OU ALEMÃO!?


Reformei-me, estou a tentar viver,  até morrer, neste Estado da União Europeia que se chama Portugal, mas não consigo. Não consigo encaixar na sociedade portuguesa. - Um governo que explora o seu  povo e lança-o na miséria; Um povo que não reage a nada. Só sabem lamentarem-se… quando na vida, uma porta se fecha para nós, há sempre outra que se nos abre. Em geral, porém, as pessoas ai olham com tanto pensar e ressentimentos para a porta fechada, que não se apercebem da outra que se nos abriu.

Um governo ingrato, que me roubou a minha juventude e que me traumatizou a minha alma porque eu sou um ex-combatente, andei nos anos 1962/64 na guerra colonial em Angola.

Passei por duas guerras, a Guerra colonial e a guerra Angolana! Fui chefe da desminagem da Província de Benguela, anos 1994/95/97 sentia-me orgulho por participar na remoção de minas e chefe  de  equipa… por conta duma ONG Alemã. Em 1997 estive novamente em Angola com outra ONG Alemã, como interpreto, andei pelos Ministérios angolanos com as chefias de várias organizações. Todas estas minhas experienciam que eu tenho fez bem á minha alma e ao stress, pós trauma porque diminuiu o meu sofrimento.

No voluntariado em Africa em geral vi muita miséria vi crianças e adultos só com a pele e osso, a viver na rua e nos jardins. Ali vi a realidade do mundo que ninguém se interessa.
Nos países devolvidos vêm a miséria e os conflitos armados sentados nas sua poltronas e sentados há mesa nas refeições, vêm a desgraça e o sofrimento dos outros.

São consumista compram, Compram! Passado dum mês e até um ano Lixo porque já deixou de ser interessante. Esquecem-se da miséria que existe no nosso mundo. Pelo menos um donativo dum Euro por mês dava para fazer milagres, porque seriam milhões de doadores.

Não vale tentar ajudar aqueles que vivem nos países desenvolvidos, porque eles não ajudam a si mesmos; não vale apena tentar ajudar aqueles que não ajudam os mais necessitados.
Existem muitas pessoas nos países desenvolvidos que não sabem viver sem depender dos outros. São como certos animais, que só vivem bem quando tem dono.

Em África no voluntariado, arrisquei a minha vida em plena Guerra civil Angolana. Meus amigos e conhecidos fizeram tudo para que eu não fosse, criticaram-me e disseram-me que eu não ia voltar, por causa do conflitos entre as duas fracções. Nunca pensei pelos outros, Gosto de pensar sempre por mim; Valem mais todos os meus erros, mas sei que são meus, cometidos por mim. Trabalho e produz para o mundo e para mim mesmo.

Este é o Livro da vida que me fala, Este livro é um amigo que me espera, e que me ensina; é uma centelha divina que me faz ser melhor e solidário

Todos aqueles que vive á grande e á francesa, nos seus palácios de ouro, e que repousa na sua cama branca com efeitos e nas suas poltronas a verem o dinheiro a correr á custa da desgraça, com todo o conforto, estes  adormeceram e não sabe o que é a realidade do mundo, porque estão dentro duma bola de cristal; estão fora da realidade. Quem não passou pela dor e por uma guerra; e não sentiu o fio da desgraça, quem não passou pelos caminhos espinhosos da vida e não sofreu, não sabe dar o valor, passou pela vida e não viveu. 

A dor é uma advertência, assim como os pequenos prejuízos nos negócios, nos ensina a ser prudentes." Eu sou como as árvores quanto mais podarem os meus ramos; emitindo o meu sofrimento, quanto podado, com mais vigor eu, refloresço a minha vida e a minha informação genética do meu corpo se penetra no meu sangue e no cérebro e transmite a traves do éter ás nova gerações… Sim os impulsos do meu cérebro através do espaço se penetram nos outros.
MDP