quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Gosto de me ler.


O romanço da minha vida
 Está estampado na minha alma,
 Vou reflectido o percurso do meu ser.
Em poesias e vou riscando com a minha caneta
Tinta sobre o papel.
Faço traços,  linhas cores suaves
 Sonhos, tentativas de exercer um mundo melhor.
A minha vontade de caminhar com todos os meus esforços.
Minhas energias fazem que eu abra
A minha mente e derramo sobre o papel
A minha imaginação
Desenho sobre aqueles que me querem ler.
 Houve um tempo que deixei os escritos
Fui para o outro lado do mar
África ouvir os sons tropicais,
Fiz voluntariado no outro lado do mar
Vi muitas gentes que precisaram de mim
Foi nesse tempo que a lua chorou
Mas sempre lutei para enfrentar as nuvens escuras e pesadas.
Que tapavam a sua luz
Perdi quatro companheiros a luta é mesmo assim!
A lua ultrapassou os obstáculos
A escuridão das nuvens pesadas desapareceram-

O sol queimou meu rosto com o suor salso.
Olho para o horizonte vejo o centelhar,
Entre o céu e o horizonte.
O braseiro que  me olha faminto.
Minhas pulsações não liberam.
Ânsia de alcáçar meu objecto
Escrevo o decorrer das nossas vidas,
Para ocupam  por vezes o meu vazio.
 Meu espirito viaja pelo universo
Entro no mundo de Rilva, onde guardo a esperança?
Á sonhos em minha morada sagrada?
Riva a Deusa dos Rios e das Florestas.
Sua voz suave s relaxante
Passeio com ela no seu jardim falamos e cantamos
Meu sabor da nossa amizade,
Seu cheiro, como o perfumo das rosas,
Ela, Sorri, eu fico radiante com a sua amizade.
Nossa amizade é interna, profunda e verdadeira.
Escrevo com a minha magia, meu contentamento.
Regresso ao meu berço de embalar,
Entro no nosso espaço aéreo  
Olho para baixo eu vejo o tejo.
Minha, Lisboa meu berço de embalar
Procure novas ideias e ideais.
Prossigo o caminho da sabedoria,
 Ainda que nada fique para trás
Escute os sons da água, o cheiro das flores
Os meus neurónios em movimentos perfeitos
 Trabalhado, com o aprazível ver a minha mente
Desenhos como se fossem ao arco ires no céu,
As mais lindas cores.
Amo, abrir a imaginação e derramar o melhor da vida.
Quero puder levantar o olhar,
Termino de me ler.
MDP

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