sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

O CENTRO CULTURAL






O Centro Cultural é belo
Eu adorei o teu nome
Deu mais à vida à minha alma...
Queria eu ganhar e não perder
Sei que trabalhar
Para a sociedade é belo
Meu suor correu
Águas doces e límpidas,
Onde correu o meu suor
Pela verdura viçosa
Dos teus jardins, Berlim
Canais e rios
Que me fizeram nascer e crescer
Vi-me moço
Ao longe eu resplandecia
Como uma estrela
Hoje sei que tens gente
Artificial por dentro
Dentro dos seus corações só existe crueldade
E alma impetuosa
Só querem traições
Coisas da velha guarda
Só pensam no bem-estar próprio
E em fortunas
Que adoecem e a adormecem
Querem demolir
As minhas aspirações
Não quero ficar ao redor deles
Travam a minha cultivação
Eu não estou ao vosso lado
Sou somente um poeta
Cresci e pertenço ao breu desta cidade
Foi ela a minha universidade
Gosto de pureza
Não gosto de lavagens ao cérebro
Eu não sou a vossa ovelhinha
Que pasta no vosso ambiente
Imposta pela opressão
Alimentada e manipulada
Que se diz maoista e socialista
Sou independente.

Manuel Dias
Todos os poemas e textos aqui expostos.
Com direitos de autor

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