sábado, 12 de outubro de 2013

NUNCA PENSEI PELOS OUTROS







O tejo que me viu nascer
Eu, menino e moço tenti subir,
Subi alto, embora seja pequeno?
Ó tejo que me vistes partir
Para terras de além-mar. (Guerra)

Berlim mãe adoptiva
Instruíste-me
Fizeste de mim um animoso
Deste-me sabedoria e valor
Spree ( Canal) que me viu crescer
Valorizo-me porque sabe o que faço.

Não devo ter vergonha
Das minhas próprias tolices
Porque são elas
Que valorizam a minha sabedoria
São sinais para que não mais se repetem.
A minha capacidade escolher novos rumos

Sinto impulsos da minha alma,
E vontade de saber
Não gosto do jornal da rua
Que vem prontinho.
Estão á margem do saber
Quem medita alcançará o saber.

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