domingo, 3 de novembro de 2013

O mundo não é quadrado



Somos fisionomias rigorosas,
Não temos caminhos certos,
Nem afecto certo
A simpatia, esse sentimento
Que oscila entre os astros;
Trémula de amor;
O desejo e aspiração.

Sermos regados
pelas águas do rio
Para que rebentem
Lindas flores de amor
Flores perfumadas 
O mundo não é quadrado
Sem cantos.
O mundo é uma bola
Tudo gira á tua volta

Mas cada um  
Está no seu próprio mundo,
Tens que viver de acordo com a realidade
Fora desse teu quadrante.
Abandona esses cantos do teu quarto
Há campos, vilas, cidades, há comunidades,
Há gente para amar
Para te libertares.
 .MDP

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Gosto de me ler.


O romanço da minha vida
 Está estampado na minha alma,
 Vou reflectido o percurso do meu ser.
Em poesias e vou riscando com a minha caneta
Tinta sobre o papel.
Faço traços,  linhas cores suaves
 Sonhos, tentativas de exercer um mundo melhor.
A minha vontade de caminhar com todos os meus esforços.
Minhas energias fazem que eu abra
A minha mente e derramo sobre o papel
A minha imaginação
Desenho sobre aqueles que me querem ler.
 Houve um tempo que deixei os escritos
Fui para o outro lado do mar
África ouvir os sons tropicais,
Fiz voluntariado no outro lado do mar
Vi muitas gentes que precisaram de mim
Foi nesse tempo que a lua chorou
Mas sempre lutei para enfrentar as nuvens escuras e pesadas.
Que tapavam a sua luz
Perdi quatro companheiros a luta é mesmo assim!
A lua ultrapassou os obstáculos
A escuridão das nuvens pesadas desapareceram-

O sol queimou meu rosto com o suor salso.
Olho para o horizonte vejo o centelhar,
Entre o céu e o horizonte.
O braseiro que  me olha faminto.
Minhas pulsações não liberam.
Ânsia de alcáçar meu objecto
Escrevo o decorrer das nossas vidas,
Para ocupam  por vezes o meu vazio.
 Meu espirito viaja pelo universo
Entro no mundo de Rilva, onde guardo a esperança?
Á sonhos em minha morada sagrada?
Riva a Deusa dos Rios e das Florestas.
Sua voz suave s relaxante
Passeio com ela no seu jardim falamos e cantamos
Meu sabor da nossa amizade,
Seu cheiro, como o perfumo das rosas,
Ela, Sorri, eu fico radiante com a sua amizade.
Nossa amizade é interna, profunda e verdadeira.
Escrevo com a minha magia, meu contentamento.
Regresso ao meu berço de embalar,
Entro no nosso espaço aéreo  
Olho para baixo eu vejo o tejo.
Minha, Lisboa meu berço de embalar
Procure novas ideias e ideais.
Prossigo o caminho da sabedoria,
 Ainda que nada fique para trás
Escute os sons da água, o cheiro das flores
Os meus neurónios em movimentos perfeitos
 Trabalhado, com o aprazível ver a minha mente
Desenhos como se fossem ao arco ires no céu,
As mais lindas cores.
Amo, abrir a imaginação e derramar o melhor da vida.
Quero puder levantar o olhar,
Termino de me ler.
MDP

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Minha família e Irmãos, a sociedade em miniatur


Amar a família, meus irmãos e suas famílias, é semear para que eu tenha uma boa colheita.  
Sou um vulcão, que de tempos em tempos acorda,
Expelindo lavas das minhas profundidades
Queimando o que não me faz bem
Sou Fogo, Ar e Agua jorrando a v
ida
como as lavas bravias corre pelos desfiladeiros
 Com a anciã a caminho do oceano,
Correndo para liberdade
Liberando minhas energias vital,
mas também sou estável e produtivo
sou como a árvore que com raiz se fixa ao solo,
e que dá frutos maravilhosos.
Suas sementes que anda pelos trilhos da vida.
Em sintonia com a natureza o nascerem de uma nova árvore
E o desabrochar das suas Flores, sou fruto duma.
Sou fruto de Deus
Sou um pequeno deus, uma gota, do grande Deus,
Tenho poder Sou mutável como o Ar,
 Mas também sou a brisa que desliza pelo rosto daquele que eu amo.
Sou a faculdade de conservar
Aqueles que me viram nascerem
E aqueles que eu vi nascerem, indirectamente
A faculdade de conservar
E de evocar o estado de consciência
 Anteriormente e agora,
Experimentados no tempo e na vida
 Sou um trabalhador intelectual,
Agradeço ao meu pai que direccionou-me para o arranco.
Os estudantes da universidade Técnica de Berlim
Educaram-me, cultivaram-me
Abriram as portas do grande universo para me involuir
São memória de ideias como tais nunca esquecidas
É apenas uma função particular da inteligência.
A memória fixa as lembranças
são temporárias, que não se fazem presentes no dia-a-dia,
Mas dentro de mim existi-o e ainda existe a necessidade de subir na vida,
 Aflora mostrando tudo até mesmo o que gostaria de não mais lembrar. Minha vida de criança não foi fácil, não me senti amado e depois a guerra!? A mentalidade tradicional e conservativa asfixiava-me.
Sou rebelde desde o ventre de minha mãe!
 Sou rebelde, um vulcão, isto é notado em mim. Que se subdivide em intensidade, uma lembrança que se fixa e se conserva.

As minhas, ideias e os sentimentos se fixam e se conservam quanto mais estivermos ligados aos meus manos
.Amor é intensa emoção, é sentimento e compaixão
Meus irmãos, estão vinculados socialmente na minha mente.
Minha mana sofre com a prepotência e com o machismo do esposo, também nada facilita. Diz ser um socialista? mas não faz a revolução no seu lar!
A minha vocação, está na minha mente é algo que aflora a minha consciência, sem que nada pareça evocá-la, mas, provavelmente está ligada a algum dos elementos da minha família e meus manos. Somos todos diferentes como os dedos das minhas mãos. Mas unidos.
Meus sentimentos e minha crença está expressa na minha linguagem minha cultura é tudo o que aprendi nos três cantos do mundo. A minha alta cultura é a expressão da minha imaginação sobre aquilo que eu escrevo e o que pinto.
As minhas dimensões da multicultural incluem a Fé não religiosas e o que acredito, a verdade sobre o universo. Não sigo nenhumas instituições religiosas, mas sou crente. Creio naquilo que não se vê a “Fé”
 MDP

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Uma opera para minha esposa



Juwi!
Dorme meu amor, dorme
Dorme meu amor, dorme
Descansa a tua mente
Estás a abalada
A bandeira estava ao avesso  
Ouvistes o silêncio, do nosso povo
Também Vi e ouvi o ringir dos dente.
 Sossega meu amor ― a porta está trancada;
Os fantasmas estão no castelo assombrado
Tens medo.
 Fecha os olhos meu amor
Os vampiros ainda saem há meia-noite
Pelas janelas do castelo
Voam por ai a sugar o sangue do povo
A morte está deitada sob o lençol deles
E pode leva-los como a aguia a sua presa 
 O poema que te estou contar até ao teu adormecer
Há ‘uma linha que separa
Os que brincam com o nosso sangue
Derramado nas cores da nossa bandeira.
Os que lutam  pela bandeira
E defendem o nosso povo
Dorme meu amor, dorme
Há manha quando a acordares,
Vais ver a um, novo dia.



En portugués es>  Dorme  meu amor duerme, 
La traducción al español es un error!
Traducción correcta> No es mi bebé, pero> Mi Amore.
 MDP

SOU EU PORTUGUÉS OU ALEMÃO!?


Reformei-me, estou a tentar viver,  até morrer, neste Estado da União Europeia que se chama Portugal, mas não consigo. Não consigo encaixar na sociedade portuguesa. - Um governo que explora o seu  povo e lança-o na miséria; Um povo que não reage a nada. Só sabem lamentarem-se… quando na vida, uma porta se fecha para nós, há sempre outra que se nos abre. Em geral, porém, as pessoas ai olham com tanto pensar e ressentimentos para a porta fechada, que não se apercebem da outra que se nos abriu.

Um governo ingrato, que me roubou a minha juventude e que me traumatizou a minha alma porque eu sou um ex-combatente, andei nos anos 1962/64 na guerra colonial em Angola.

Passei por duas guerras, a Guerra colonial e a guerra Angolana! Fui chefe da desminagem da Província de Benguela, anos 1994/95/97 sentia-me orgulho por participar na remoção de minas e chefe  de  equipa… por conta duma ONG Alemã. Em 1997 estive novamente em Angola com outra ONG Alemã, como interpreto, andei pelos Ministérios angolanos com as chefias de várias organizações. Todas estas minhas experienciam que eu tenho fez bem á minha alma e ao stress, pós trauma porque diminuiu o meu sofrimento.

No voluntariado em Africa em geral vi muita miséria vi crianças e adultos só com a pele e osso, a viver na rua e nos jardins. Ali vi a realidade do mundo que ninguém se interessa.
Nos países devolvidos vêm a miséria e os conflitos armados sentados nas sua poltronas e sentados há mesa nas refeições, vêm a desgraça e o sofrimento dos outros.

São consumista compram, Compram! Passado dum mês e até um ano Lixo porque já deixou de ser interessante. Esquecem-se da miséria que existe no nosso mundo. Pelo menos um donativo dum Euro por mês dava para fazer milagres, porque seriam milhões de doadores.

Não vale tentar ajudar aqueles que vivem nos países desenvolvidos, porque eles não ajudam a si mesmos; não vale apena tentar ajudar aqueles que não ajudam os mais necessitados.
Existem muitas pessoas nos países desenvolvidos que não sabem viver sem depender dos outros. São como certos animais, que só vivem bem quando tem dono.

Em África no voluntariado, arrisquei a minha vida em plena Guerra civil Angolana. Meus amigos e conhecidos fizeram tudo para que eu não fosse, criticaram-me e disseram-me que eu não ia voltar, por causa do conflitos entre as duas fracções. Nunca pensei pelos outros, Gosto de pensar sempre por mim; Valem mais todos os meus erros, mas sei que são meus, cometidos por mim. Trabalho e produz para o mundo e para mim mesmo.

Este é o Livro da vida que me fala, Este livro é um amigo que me espera, e que me ensina; é uma centelha divina que me faz ser melhor e solidário

Todos aqueles que vive á grande e á francesa, nos seus palácios de ouro, e que repousa na sua cama branca com efeitos e nas suas poltronas a verem o dinheiro a correr á custa da desgraça, com todo o conforto, estes  adormeceram e não sabe o que é a realidade do mundo, porque estão dentro duma bola de cristal; estão fora da realidade. Quem não passou pela dor e por uma guerra; e não sentiu o fio da desgraça, quem não passou pelos caminhos espinhosos da vida e não sofreu, não sabe dar o valor, passou pela vida e não viveu. 

A dor é uma advertência, assim como os pequenos prejuízos nos negócios, nos ensina a ser prudentes." Eu sou como as árvores quanto mais podarem os meus ramos; emitindo o meu sofrimento, quanto podado, com mais vigor eu, refloresço a minha vida e a minha informação genética do meu corpo se penetra no meu sangue e no cérebro e transmite a traves do éter ás nova gerações… Sim os impulsos do meu cérebro através do espaço se penetram nos outros.
MDP

domingo, 20 de outubro de 2013

Ó Deus!


Se um dia alguém estiver perdido pelas veredas da sua alma, Ou sulcado pelo peso da sociedade...
Com vontade de sumir,
Caminhado pela vida insatisfeito consigo próprio
O mundo não tem culpa da sua infelicidade; Porque o homem é aquilo que pensa!
A energia universalestá dentro de todos os seres
Com ela podemos mudar o nosso mundo interior
Com ela, queremos a cordar! Entrar na realidade
No nosso mundo!
No teu mundo alegre, comunicativo,
Assiste as estrelas, que brilham e tremem
Com amor e esperança.
Nem sempre os nossos sonhos se realizam,
Mas sim com a nossa imaginação temos esperança Começamos com uma atitude certa,
Com a esperança que existe dentro daqueles que acreditam em ti!

 Eu próprio, vejo a esperança presente em mim,
 Insisto de ser feliz e ter esperança
 Não quero ser vítima de sonhos adiados,
 Sim ter a esperanças imaginável,
Eu tenho dentro de mim,
Um comando de sobreviver e resistir á vida.
Tenho que ser paciente e persistente para conseguir
 O meu caminho espiritual esperar o momento certo
 A coragem de não me decepcionar com o que encontro.
 No meu potencial interno que está pronto para eclodir
 Como uma estrela brilhante que brilham e tremem
 De amor e esperança.
A luz a se acende no meu interior, meu existir,
Sim coragem de me ver por dentro,
De saber quem sou eu,
 Para ser guiado por essa estrela brilhante
Reconheço a luz que me ilumina
Autor: MDP

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

SÓ VEJO ROBÔS NO MEU MUNDO



Continuo observando o mundo em que vivo,
Acredito no Amor
E daquele que preciso de ignorar
Erros e conviver com várias curvas.
Todos estamos sujeitos a sofrer de amor.

Convivo, sobrevivo,
Meu Português como era lindo!
A geração mudou tudo muito rápido.
Falar, conviver, resolver, gastar, criar, trabalhar
Tudo virou! Geração preguiçosa
Ninguém sabe fazer um texto
Que fazer? Deixam tudo acontecer.
 Incentivam o jornal de rua,
A linguagem básica dos estudantes
Quando chegar os currículos e os concursos,
Como irão escrever?
Coloquialmente não irão passar!
 Deviam fazer algo produtivo  para os preguiçosos.
Eu vejo e percebo a realidade,
Vou sair dessa sintonia que não leva a lado nenhum
As pessoas já não se relacionam mais
 Não querem sair do conforto,
 Preferem viver, julgam que não vão morrer
Estão só precisão da televisão para lhes darem a mão.
A televisão é o seu guru
Os jornais só para limpar o cú!
Águas turvas com fluor que correm nas torneiras
 E escorrem nos cérebros das pessoas
Suas mentes devaneiam
Cada vez o mundo está mais vazio,
Só vejo Robôs no meu caminho!...........
MDP

Feliz Natal